Ótima Oportunidade

Mostrando postagens com marcador nova vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nova vida. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Permanecendo Firme Por Cristo

Maxwell sentiu uma forte dor no joelho e caiu ao chão. Seus companheiros de futebol o ajudaram a sair do campo e o levaram à enfermeira do campus. Como a dor persistisse por mais alguns dias, a  enfermeira insistiu que Maxwell fosse ao médico. 

Diagnóstico Surpreendente
O médico franziu a testa e apontou para uma sombra na radiografia do joelho de Maxwell. “A dor não é de uma lesão”, ele disse. “Você tem um tumor e pode ser câncer. Precisamos remover o tumor o mais rapidamente possível.” 

Maxwell se sentou atordoado. “Eu tenho câncer?”, pensou. Ele precisava orar e decidir o que fazer. Precisava contar aos seus pais. 

“Alguém rogou uma praga em você”, o pai de Maxwell lhe disse ao telefone. “Venha para casa, onde podemos tratá-lo com remédios tradicionais.” Maxwell não acreditava em maldições nem em magia,  mas se despediu dos amigos em Fulton College, em Fiji e voou de volta para casa numa das ilhas do  Pacífico Sul. 

Enquanto viajava, ponderava se o pai estava certo. Seria possível que alguém o tivesse amaldiçoado? Certamente, algumas pessoas estavam com raiva dele.

Uma Nova Vida
Maxwell cresceu em uma pequena ilha de Vanuatu. Ali as pessoas adoravam pedras e árvores.  Tratavam lesões e doenças com as ervas das florestas que circundavam suas casas de palha.

Maxwell e seu irmão se mudaram para outra ilha para concluir o Ensino Médio. Lá, ele foi apresentado aos jovens adventistas que faziam os cultos no refeitório da escola aos sábados. Ele ficou impressionado  com a dedicação desses jovens a Deus e com o estudo cuidadoso da Bíblia. Faltava ao trabalho que lhe  era designado para participar dos cultos adventistas. Ele contou ao irmão sobre os adventistas e em  pouco tempo os rapazes decidiram fazer parte da Igreja Adventista. 

Maxwell concluiu o Ensino Médio e voltou para casa para lecionar em uma escola primária. Ele e seu  irmão eram os únicos adventistas do vilarejo. Certo dia, o pastor adventista pediu a Maxwell que  assumisse um projeto de Missão Global iniciado por outro pioneiro. Ele concordou e começou a estudar  com as pessoas e realizar reuniões nos lares. Seu irmão se uniu a ele e logo 12 pessoas foram batizadas. 

Confrontando
Maxwell e os novos membros arrecadaram materiais para construir uma igreja. Mas alguns moradores  não queriam que houvesse outra igreja na comunidade. E enquanto Maxwell estava ausente, eles  derrubaram a igreja. 

Os membros construíram a igreja novamente, mas os oponentes a derrubaram mais uma vez. Os encrenqueiros levaram Maxwell ao tribunal, acusando-o de construir a igreja em suas terras. Mas  Maxwell provou que a terra pertencia a ele. Assim, o juiz ordenou que os moradores não mais  pertubassem a construção da igreja. 

No sábado seguinte, durante o culto, os desordeiros destruíram os jardins daqueles adventistas. Alguns queriam briga, mas Maxwell, seu pai e o delegado tranquilizaram o povo. “Deus me chamou para  levantar uma igreja nesta vila”, disse Maxwell. “Não impeçam a atuação de Deus.” 

Um Sonho e Uma Perda
Maxwell continuou servindo a Deus em sua terra natal durante 18 meses. Então, recebeu uma bolsa  para estudar Teologia no Fulton College, Fiji. Sua família não queria que ele fosse, mas Maxwell estava determinado. Seu sonho era servir a Deus. Ele deixou os membros da igreja aos cuidados de seu irmão  e partiu para Fiji. 

Ele estava indo bem nos estudos e gostava de passar os momentos livres com os colegas da região do Pacífico. Foi nessa época que ele machucou o joelho jogando futebol. Seus pais estavam convencidos  de que os inimigos de Maxwell o tinham amaldiçoado. 

Ele chegou em casa mancando e com dor. Seus pais o levaram para um curandeiro tradicional, que o tratou com folhas medicinais. Mas a dor continuou piorando. Maxwell implorou aos pais permissão  para fazer uma cirurgia, mas eles recusaram. Depois de alguns meses, ele não mais conseguia andar. A  dor o impedia de comer e dormir. 

Finalmente, os pais permitiram que Maxwell e o irmão fossem à capital, onde os médicos o examinaram  e disseram que seu tumor havia se espalhado e sua perna deveria ser amputada. Ele concordou, pois  faria qualquer coisa para cessar a dor.

Decidindo Por Deus 
Maxwell ponderava se Deus tinha um lugar para um soldado de uma perna só. Mas ele havia aprendido que Deus pode fazer qualquer coisa. “Quero me tornar forte o suficiente para voltar à faculdade e  continuar me preparando para servir a Deus”, ele disse. “Confio no amor de Deus ao enfrentar  dificuldades em minha vida. Quero permanecer firme ao lado de Jesus, que morreu por mim.” 

Nossas ofertas missionárias ajudarão a formar novas congregações de irmãos em Vanuatu e em todo o mundo. Obrigado pelas doações para que outras pessoas possam ouvir a voz de Deus e decidam segui- Lo.

Resumo Missionário
• Vanuatu é uma cadeia de cerca de 80 pequenas ilhas vulcânicas situadas ao nordeste da Austrália.  Vários vulcões ativos pontilham as ilhas, incluindo o Monte Yasur na ilha de Tanna. 
• Vanuatu é uma cadeia de ilhas tropicais com clima úmido. Suas belas praias e montanhas vulcânicas  atraem turistas de todo o mundo. 
• As pessoas de Vanuatu, conhecidas como ni-Vanuatu, são de origem melanésia. Os idiomas oficiais  são inglês, francês e bislama, uma forma de inglês pidgin. 

FONTE: Lição da Escola Sabatina(1° Trimestre 2013)

domingo, 13 de janeiro de 2013

Oração de Mãe


Enock entrou sorrateiramente pela porta de casa e viu a mãe ajoelhada. “Ela está orando por mim novamente”, pensou. “Ela continua orando para que eu me torne pastor. Que tipo de pastor eu seria?”, pensou. Ele quis bater a porta, mas em vez disso, foi calmamente para seu quarto.

Desde que os amigos o introduziram no consumo de bebidas alcoólicas e drogas, sua vida foi definhando. Ele parou de frequentar a igreja com a mãe e se juntou aos amigos quando saíam para roubar. Eles até oravam ao diabo para ter sucesso em seus roubos! Enock tentou esquecer as orações de sua mãe, mas suas palavras e orações não saíam da mente dele. 

Uma Nova Esperança
Enock havia sido expulso de três escolas devido ao seu mau comportamento, mas a mãe se recusou a desistir dele. Encontrou uma escola adventista que o aceitou e ela fez um esforço para enviá-lo para lá. O capelão demonstrou especial interesse por Enock e começou a orar por ele. A princípio, Enock se ressentia com as orações do capelão, mas com o passar do tempo, seu coração começou a ser tocado. Ele percebeu que a vida que levava não era o caminho para a felicidade.

Alguns alunos o convidaram para participar de um conjunto vocal. A princípio, ele aceitou para simplesmente sair com eles e vê-los ensaiar. Mas com o tempo, começou a cantar sobre o amor de Deus e o sacrifício de Cristo, cânticos que jamais imaginara cantar um dia. Pouco tempo depois, ele concordou em cantar com o grupo.

As paredes que Enock havia construído em torno de sua vida começaram a desmoronar. Longe dos amigos que o levaram às drogas e ao roubo, percebeu que, em vez de roubar as pessoas, agora ele fazia parte de um grupo que angariava recursos para os necessitados! Certo dia, enquanto conversava com o capelão, Enock pediu oração. Naquele dia, confessou seus pecados da vida anterior e convidou Jesus para fazer parte de sua vida.

Uma Nova Vida
Constantemente, Enock se lembrava das palavras da mãe sobre ter sido dedicado a Deus e ao ministério. Mas quando pensava sobre as coisas terríveis que havia feito, as dúvidas enchiam seu coração. “Será que Deus realmente me perdoou?”, ele perguntou ao capelão.

“Deus já perdoou você”, disse o capelão. “Ele perdoou no momento em que você pediu.”

Um sorriso se abriu no rosto de Enock. “Quero ser pastor”, disse.
Os dois ficaram em silêncio durante vários minutos. Em seguida, o capelão sorriu e disse: “Se Deus quer que você se torne pastor, Ele abrirá o caminho.” Pegou um papel e o entregou a Enock.

Enock olhou o papel. Era um formulário de admissão para a Faculdade Adventista. Com espanto, ele olhou para o capelão com olhar indagador. O capelão assentiu com a cabeça.

Enock começou a preencher o formulário. Na pergunta sobre os três cursos pelos quais ele se interessava, hesitou. Escreveu “Teologia” nos três espaços em branco. Então parou. A universidade adventista ficava perto dali e ele não queria ficar perto de seus amigos.

“Há uma escola adventista nas ilhas Novas Britânicas, longe da capital, a Sonoma Adventist College”, o capelão disse como se tivesse lido os pensamentos do rapaz. Enock terminou de preencher o formulário e o capelão o enviou pelo correio.

Um Novo Começo
Depois de terminar o Ensino Médio, Enock visitou sua família. “Orei por você todos esses anos”, sua mãe disse. Em vez de ficar aborrecido como antes, ele sorriu e agradeceu. O pai e o irmão observaram as mudanças nele e começaram a frequentar a igreja. Quando Enock se encontrou com alguns de seus antigos amigos, estes ficaram tão inspirados pela sua fé que lhe ofereceram dinheiro para ajudar a pagar as mensalidades escolares.

Agora, quando Enock volta para casa durante as férias escolares, alguns de seus velhos amigos lhe pedem conselhos. Enock ora com eles e diz que as drogas e o álcool não são respostas para os problemas – somente Jesus pode ajudá-los.

Enock encontrou seu ministério ajudando as pessoas que lutam contra o álcool, drogas e escuridão espiritual, assim como ele havia lutado no passado. Ele quer que outros saibam que Jesus pode perdoá-los e dar-lhes um novo começo, assim como fez com ele. Sua oração pelos outros é semelhante às orações de sua mãe por ele, para que possam ter uma nova vida e nova esperança por meio de Cristo.

Enock agradece a Deus porque sua mãe nunca desistiu de orar por ele. Também é grato a Deus pelos professores e amigos adventistas que o conduziram a Cristo. Nossas ofertas missionárias apoiarão as escolas adventistas ao redor do mundo. Elas são uma das maneiras mais eficazes de alcançar pessoas. Obrigado pelas ofertas que ajudarão outros a ter a chance de escolher Jesus.

Resumo Missionário
• Papua-Nova Guiné é composta da metade oriental da ilha de Nova Guiné (a metade ocidental faz parte da Indonésia) e dezenas de ilhas menores ao redor da Nova Guiné.
• Desde que os primeiros adventistas começaram a trabalhar em Papua-Nova Guiné, a educação tem sido o foco do evangelismo. Inúmeras instituições de Ensino Fundamental, Ensino Médio e Universitário pontilham as ilhas. O Sonoma Adventist College, localizado nas Ilhas Novas Britânicas, e a Pacific Adventist University perto de Port Moresby, a capital do país, serão os destinatários da oferta do décimo terceiro sábado que ajudarão a educar os jovens adventistas para servir a Deus e ao país.

FONTE: Lição da Escola Sabatina (1° Trimestre 2013)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Alegria na Manhã


Wama e Siong se esbarravam um no outro enquanto o ônibus fazia a viagem pela estrada sinuosa rumo à sua aldeia natal. O veículo atravessava rios rasos espirrando água para todos os lados, sacolejava nas estradas pedregosas e derrapava em bancos de areia lamacentos em direção à aldeia no fim da estrada.


Wama e Siong tinham deixado a aldeia cheios de esperança quanto ao futuro. Siong tinha encontrado trabalho em uma empresa de mineração e a família desfrutava de uma nova vida. Enquanto vivia nos planaltos de Papua-Nova Guiné, o casal aceitou Jesus e encontrou a maior alegria de sua vida. Mas retornavam com o coração pesado, pois o veículo que os transportava também levava o caixão com sua filha morta.

Da Morte Para Uma Nova Vida
Os moradores haviam recebido a notícia da morte da garota e sabiam que o casal traria o corpo da filha para ser sepultado. As pessoas se aglomeraram ao redor do veículo quando ele entrou na aldeia. Wama percebeu que o lugar não havia mudado muito.

Depois do funeral, a família visitou parentes e amigos. Partilharam histórias de seu lar nas montanhas. Certa noite, enquanto Wama e Siong estavam deitados na esteira, ouvindo os grilos cantando, ela falou baixinho ao marido: “Quero ficar aqui e contar às pessoas o que aprendemos sobre Deus. Quero que nosso sofrimento se transforme em alegria.”

Siong tinha pensado a mesma coisa. “Isso é bom. Voltarei o mais breve possível. No momento certo pedirei demissão da empresa e me juntarei a você. Podemos evangelizar toda a aldeia juntos.” Então, Wama e o filho de 12 anos de idade, Gary, permaneceram na aldeia, enquanto Siong voltou ao trabalho. Ele visitava a família sempre que podia.

Compartilhando as Boas-Novas


Alguns anos antes, Wama e Siong haviam deixado sua aldeia natal para viver nas montanhas de Papua-Nova Guiné. Eles não conheciam a igreja adventista até que alguns amigos convidaram o casal para assistir as reuniões evangelísticas. Ali, eles aprenderam o que significa ser um verdadeiro seguidor de Cristo e se uniram à Igreja Adventista. Onde quer que fossem encontravam alguns adventistas. Mas em sua aldeia natal não havia nenhum irmão adventista. Eles prometeram a Deus que dariam testemunho de sua fé na aldeia e ajudariam as pessoas a compreender mais profundamente sobre o amor de Deus através de Cristo.

A maioria dos moradores se diz cristã, mas poucos têm um relacionamento pessoal com Cristo. As pessoas perceberam a devoção do casal a Deus. Ouviram a família cantando hinos em sua casa de madeira e palha. 
Alguns começaram a fazer perguntas e Wama os convidou para se juntar a ela e ao filho aos sábados durante os cultos. E várias pessoas aceitaram o convite.

Gary começou dirigindo as crianças, contando-lhes histórias da Bíblia e ensinando a elas cânticos sobre Jesus. Ele formou um coral de crianças que atraiu o interesse de muitas pessoas e convidou seus colegas de classe para frequentar os cultos.

A Ajuda Está Chegando!


O casal conheceu Gebob, um professor da cidade vizinha, que havia nascido na aldeia. Depois de se tornar adventista, ele voltou muitas vezes à aldeia para compartilhar o amor de Deus. Depois que a ASA (Assistência Social Adventista), instalou um sistema de abastecimento de água na aldeia, as pessoas perceberam que os adventistas realmente se preocupavam com elas. Por isso, estão dispostos a ouvir o que esses irmãos têm a dizer.

Darren lidera o programa de jovens em uma das grandes igrejas da cidade. Ele pediu permissão aos líderes da aldeia para trazer uma equipe de adolescentes para realizar seminários com temas sobre saúde e família. No dia em que os jovens iriam chegar, fortes chuvas inundaram o leito do rio. Os veículos não conseguiam atravessá-lo. Os adolescentes, determinados a alcançar a vila, abriram caminho através do rio e foram a pé até a aldeia. Chegaram exaustos, mas encontraram os moradores desejosos de ouvi-los.

Naquele fim de semana, os adolescentes realizaram vários seminários sobre saúde e questões sociais. Incluíram muitas promessas de Deus em suas apresentações. Ninguém conseguia se lembrar de alguma reunião tão bem frequentada ou recebida com tanta gratidão. Durante a despedida deles, alguns moradores choraram, pois era a primeira vez que pessoas de fora haviam demonstrado tanto cuidado por eles.

Uma Clínica no Vilarejo

Os moradores pediram uma clínica médica para sua aldeia. Explicaram que precisavam caminhar horas para chegar à clínica médica mais próxima. Sem uma clínica, a vila não recebia medicamentos do governo para tratar suas enfermidades e lesões mais urgentes. 

A igreja está planejando construir nessa aldeia uma clínica que servirá milhares de pessoas das aldeias vizinhas. Ela terá enfermeiros adventistas que ajudarão a divulgar a mensagem divina de amor e cura a milhares de pessoas que ainda não a conhecem.

Parte da oferta do décimo terceiro sábado levará cuidados médicos a pessoas que vivem nas ilhas do Pacífico Sul. Muito obrigado por sua ajuda!

Notícias Missionárias
• Cerca de 6,3 milhões de pessoas vivem em Papua-Nova Guiné. Elas falam mais de 800 línguas e dialetos diferentes. 
• A maioria das pessoas que vivem fora das grandes cidades, está em aldeias tradicionais com casas feitas de madeira, bambu e sapé. Elas caçam, pescam e cultivam verduras em hortas de pequeno porte. Uma grande fonte de alimento é o sagu, um amido sem sabor feito a partir do tronco da palmeira.
• A ajuda médica é uma das necessidades mais urgentes das pessoas que vivem longe dos centros urbanos.

Fonte: Lição da Escola Sabatina (1° Trimestre 2013)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Esperança Reencontrada

Ofegante, quase sem ar, Iani, uma garota com 15 anos, corria velozmente para casa, em busca da mãe e de segurança. Sua mãe, seu irmão e irmã mais novos estavam doentes. A mãe não podia trabalhar; por isso, Iani conseguiu um emprego em uma fábrica, ganhando menos que o salário mínimo. Inicialmente, o gerente parecia amigável. Mas, certo dia tentou molestá-la. Felizmente, ela conseguiu se desvencilhar dele e fugiu.

De repente, ela viu o carro do chefe vindo em sua direção. Parou apavorada, e pegou várias pedras para jogar nele, se ele tentasse se aproximar. Para sua surpresa, viu a mãe sair do carro do gerente e correr em sua direção, antes que ela pudesse dizer qualquer coisa. “Seu chefe foi lá em casa e disse que você fugiu. O que aconteceu?”, a mãe perguntou.

Iani lhe explicou que o gerente havia tentado molestá-la, mas ela conseguira fugir. A mãe registrou uma ocorrência policial, mas a polícia nada fez e a família de Iani se mudou para escapar do homem e das lembranças que a assustavam.


Saindo do Desespero

Iani se afundou no desespero e sentia muita raiva. Ela já havia frequentado a igreja, porém, não mais sabia como clamar a Deus. Os terapeutas a ajudaram a lidar com os traumas e com as pessoas que haviam lhe decepcionado: o pai ausente, o padrasto abusivo, uma professora invejosa e o chefe que tentou molestá-la. Pouco a pouco ela conseguiu lidar com a amargura que enchia seu coração.

Então, numa tarde de sábado, alguns membros da igreja adventista local visitaram a família de Iani. Eles cantaram, leram a Bíblia e conversaram. A mãe de Iani era ex-adventista e costumava levar os filhos à igreja quando Iani era mais nova. Mas, as mudanças frequentes e a falta de dinheiro para comprar roupas e passagem de ônibus dificultaram a frequência à igreja. Eventualmente, a mãe se afastou e a fé caiu no esquecimento.

Agora, ouvindo aqueles adolescentes cantando e compartilhando a Palavra de Deus, a mãe sentiu o desejo de voltar. Iani não tinha nada para vestir, a não ser o jeans desgastado que estava usando. Mas a mãe insistiu em que iriam à igreja, então Iani tomou emprestado um vestido e ajudou a arrumar os irmãozinhos.

Missão Calebe
Alguns membros da igreja convidaram Iani para participar de um projeto missionário chamada Missão Calebe. Ela nunca tinha ouvido falar disso, então algumas meninas explicaram que era um projeto missionário de curto prazo. Vários grupos de todo o Brasil passavam três semanas em uma cidade. Lá, trabalhavam na comunidade e ajudavam os membros da igreja local, coordenando reuniões evangelísticas e visitando antigos membros.

Alguém se ofereceu para pagar as despesas de Iani e ela aceitou o convite, pois seria a oportunidade de conhecer pessoas novas e um lugar diferente.

Os participantes do projeto viajaram para uma cidade distante no norte do Brasil, receberam treinamento e Iani foi designada para dar estudos bíblicos. Ela não sabia muito sobre a Bíblia, por isso, precisou estudar a lição todos os dias antes de apresentar o tema para as pessoas a quem ela visitava. Era um trabalho intenso, mas ela se sentia realizada.

Durante o dia, os jovens estudavam a Bíblia com os interessados; à noite, participavam da uma programação na qual o evangelista apresentava a Palavra de Deus. Iani sentia que o medo e a raiva se desfaziam em seu coração, sendo substituídos pela esperança no futuro e pelo amor a Deus. Aprendeu a perdoar as pessoas que a machucaram. No fim da viagem missionária, Iani estava transformada e decidiu ser batizada.


Nova Vida, Nova Esperança

Iani voltou para casa com uma nova visão de futuro. Ela queria estudar no IABC (Instituto Adventista Brasil Central) – internato adventista que ficava a uma hora de sua casa. Como sua família não tinha dinheiro, a moça decidiu colportar para adquirir recursos a fim de estudar. Irmãos da igreja ajudaram a pagar parte das mensalidades e outros doaram o material escolar.

No IABC, Iani redescobriu a alegria que sentia ao estudar. Professores e amigos a ensinaram a confiar inteiramente em Jesus.
“O tempo que passei no IABC foi o melhor da minha vida”, diz ela. “Deus me transformou. Ele deu esperança à minha família e a mim. Sinto Sua presença todos os dias e quero servi-Lo durante toda a minha vida. Agradeço a essa escola por fazer diferença em minha vida.”

O Instituto Adventista Brasil Central tem sido a mão de Deus para transformar a vida de muitos alunos. Parte da oferta do décimo terceiro sábado será usada na construção de uma igreja para o colégio. Sua oferta muito ajudará nesse projeto.


Resumo Missionário

• A União Centro-Oeste Brasileira está situada no coração do Brasil. Brasília, a capital do país, fica nessa região. Mas a maior parte do estado é rural, com poucas oportunidades econômicas.
• Mais de 104.000 adventistas vivem na União Centro-Oeste Brasileira. Isso equivale a um adventista para cada 133 pessoas.

FONTE: Lição da Escola Sabatina(4° Trimestre 2012)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Da Tragédia ao Triunfo

Anival, um jovem de 18 anos de idade e seu primo, Floresmilo, perseguiam um veado na selva, no leste do Peru. Anival mirou o animal. De repente, uma explosão ofuscante o atirou para trás do arbusto. “Aaaaai!”,– Ele gritou de dor.

Floresmilo correu em direção a Anival, que estava coberto de sangue e tinha o braço esquerdo mutilado e sangrando.

Floresmilo rasgou sua camisa para fazer um curativo e parar o sangramento. “Vamos pedir ajuda”, disse ele, tentando ajudar o primo a ficar em pé.

“A dor... Não consigo suportar a dor. Apenas me mate!”, Anival implorou. Mas Floresmilo incentivou o primo a ficar em pé e o ajudou a se arrastar até a clínica médica, que ficava a cinco horas de caminhada.

Na clínica não havia médico, mas a enfermeira limpou a ferida e deu algo para aliviar a dor de Anival. Em seguida, enviou os dois rapazes para o hospital mais próximo, que ficava a uma hora de distância. Ali os médicos amputaram o braço mutilado de Anival e trataram os outros ferimentos.

Anival ficou vários dias deitado na cama, olhando para a parede, lutando com a dor e a depressão, certo de que sua vida tinha acabado.


Palavras de Esperança

Nem Anival nem seu primo conheciam a Deus. Mas, ocasionalmente, Floresmilo frequentava a pequena igreja adventista perto de casa, e percebeu que Anival precisava de ajuda espiritual. Então, procurou um pastor adventista e lhe pediu que visitasse Anival.

O pastor fez a visita durante a qual leu alguns textos bíblicos animadores. “Você perdeu o braço”, disse ele ao rapaz, “mas Deus poupou sua vida. Ele quer que você saiba que Ele o ama. Deus tem um plano para você enquanto estiver aqui na Terra. E quando Jesus vier, Ele vai transformá-lo inteiramente.”

Anival não acreditava nas palavras do pastor. Porém, quanto mais ele pensava nelas, mais esperançoso se sentia. Talvez Deus pudesse transformar essa terrível situação em algo bom. Ele sentiu a presença de Deus, tirando-o da depressão e enchendo sua mente com esperança. Quando o pastor voltou para visitá-lo, Anival estava ansioso para ouvir mais sobre Deus.

O pastor deu a ele uma Bíblia, e Anival começou a lê-la diariamente, virando as páginas com o polegar, a única parte da mão direita que não estava coberta de ataduras. O pastor recomendou algumas passagens bíblicas que Anival pudesse entender. Outros membros da igreja também o visitaram e ele se sentiu encorajado pela amizade.


Nova Vida

Várias semanas mais tarde, Anival deixou o hospital. Ele e o primo visitaram a igreja adventista e receberam mensagens de esperança e amor. Os primos encontraram novo significado para a vida. Anival percebeu que Deus tinha planos para ele e pediu o batismo. Poucos meses depois, Floresmilo seguiu seu exemplo.

Anival voltou diferente para casa. Ele havia deixado de ser um adolescente triste e indisciplinado e se transformado em um homem com propósito e novo sentido para a vida. Em vez de sentir raiva pela perda do braço, encheu-se de alegria e começou a se interessar por outras pessoas. Seus irmãos notaram a diferença e perguntaram o que lhe havia acontecido. Alegremente, Anival partilhou com eles o amor de Deus.

Absalão, seu irmão mais velho, foi o primeiro a responder ao amor de Deus, seguido pelos outros. Os irmãos carnais de Anival se tornaram irmãos em Cristo. Os pais também viram as mudanças, primeiro em Anival e depois nos outros filhos. Eles também sentiram o desejo de conhecer mais sobre o amor de Deus.


Nova Missão

Anival, Floresmilo e Absalão são inseparáveis. Sempre que possível, eles viajam pelas aldeias indígenas partilhando o amor de Deus. O pai de Anival planeja construir uma igreja no vilarejo perto da cidade natal da família, localizada a várias horas de distância. Eles têm planos de realizar ali reuniões evangelísticas.

Os três jovens trabalham como agricultores e aproveitam para testemunhar de sua fé a outras pessoas. Até agora, realizaram oito séries evangelísticas nas cidades vizinhas. Mais de 50 pessoas foram batizadas.

“Perdi meu braço”, diz Anival, “mas sinto que ganhei quatro braços: os do meu irmão e do meu primo, que estão sempre dispostos a me ajudar. Continuaremos testemunhando de nossa fé com quantas pessoas for possível.” Também desejamos que eles partilhem a fé, de modo que a boa-nova de Jesus se espalhe rapidamente, e Ele venha em breve.

Dezenas de vilas, no leste do Peru, precisam de uma igreja, por mais simples que seja. Parte da nossa oferta no décimo terceiro sábado ajudará a construir uma capela numa das cidades em que o trabalho cresce rapidamente. Obrigado pelas ofertas que ajudarão outras pessoas a compartilhar o amor de Deus com aqueles que ainda não O conhecem.


Notícias Missionárias

• Muitas pessoas no Peru lutam para atender às necessidades diárias da família. Mas nossos irmãos têm um desejo profundo de compartilhar o amor de Deus e a promessa de Sua vinda para levar Seus filhos para o Lar. Eles se sacrificam para dar aos interessados livros e um local adequado para adoração.
• Parte da oferta do décimo terceiro sábado ajudará a construir, pelo menos, uma capela para os irmãos em uma região de floresta no leste do Peru.

Fonte: Lição da Escola Sabatina (4° Trimestre 2012)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Maluco Por Deus

Maltrapilho e sujo, Juan perambulava pelas ruas de Lima, Peru. Raramente falava e seu olhar denunciava insanidade mental. A maioria das pessoas mantinha distância desse homem conhecido como Juan Maluco. Mas Francisco não o evitava. Em vez disso, o procurava pelas ruas da cidade. Francisco sempre o encontrava, mas logo o perdia de vista porque Juan começava a chorar e ia se esconder em um beco. Mesmo assim, Francisco não desistia. Procurava-o, encontrava, tentava levá-lo para casa ou pelo menos dizer à esposa de Juan, Maria, onde ele estava.

Simplesmente levar Juan para casa não o ajudou a sarar. Ele passava os dias deitado debaixo da cama, não saía nem para comer. Maria ficava muito preocupada, imaginando se teria o marido de volta.

Francisco visitava Juan frequentemente. Em um sábado, conseguiu persuadi-lo a sair de debaixo da cama. Ele deu banho em Juan e o levou à igreja, onde ele ficou sentado olhando fixamente para o teto. Mas, algo aconteceu naquele dia que mudou Juan completamente. Na manhã seguinte, ele saiu de debaixo da cama e pediu água.

Maria não ouvia a voz do esposo fazia dois anos. Com o coração vibrando de esperança, ela correu para buscar a água. Mas quando voltou encontrou um Juan impassível no chão. Seus ombros caíram e ela começou a ficar desanimada. “Deus, por que o Senhor não deixa, simplesmente, meu esposo morrer?”, suplicou.

Novo Homem
Em seguida, Juan se mexeu, sentou-se e gritou: “Jesus me curou! Estou bem!” Em lágrimas, Maria abraçou o marido, e os filhos entraram no quarto, esperançosos, mas sem saber de fato o que estava acontecendo.

“Estou faminto”, Juan disse. “Traga-me um pouco da comida que preparei ontem à noite.”

“Juan”, Maria falou com cautela, “você não cozinha há dois anos.” Os olhos de Juan se arregalaram quando ele viu suas roupas sujas e sentiu o mau cheiro de seu corpo desleixado. Então, banhou-se e esfregou todos os anos de sujeira.

Mais tarde, naquela manhã, ao atender à porta, Juan encontrou Francisco e exclamou:

“Jesus me salvou! Quero ser cristão!”

Francisco abraçou o amigo e comemorou com a família. Em seguida, convidou para que todos frequentassem a igreja adventista. Em pouco tempo, Juan, Maria e os filhos mais velhos estavam estudando a Bíblia.

Nova Vida, Nova Missão
Juan se encheu de nova vida e energia. Certo dia, enquanto conversava com a esposa, ele disse: “A igreja fica muito longe. Precisamos começar um pequeno grupo aqui em casa.” O casal convidou os vizinhos para ouvir como Deus curou Juan. Francisco ensinou Juan a liderar, dar estudos bíblicos e pregar. Em três anos, aquele pequeno grupo cresceu e agora tem 30 membros. Era o momento de encontrar um novo local de reuniões.

Juan sugeriu que se dividissem e formassem outro pequeno grupo em uma comunidade próxima. A “igreja-mãe”, onde Juan e sua família foram batizados, doou materiais evangelísticos para o pequeno grupo. Juan ensinou às crianças e jovens a dar estudos bíblicos, e todos trabalharam para plantar a verdade e o amor de Deus no coração das pessoas.

De 30 membros cresceram para 200 e começaram outra igreja. Juan acreditava que, enquanto o grupo era pequeno, todos teriam oportunidade de trabalhar; mas quando crescesse, seria difícil envolver todas as pessoas. Os membros concordaram e mais duas igrejas foram inauguradas: uma nas redondezas e outra no topo da montanha.

Deus abençoou Juan, que só estudou até a terceira série. Seus filhos, que não puderam estudar enquanto ele estava doente, hoje, estão na escola.

Paixão Pelas Pessoas
Juan continua apaixonado pelo trabalho de levar pessoas a Jesus. Ele e os membros de uma das igrejas que ele ajudou a estabelecer compraram um terreno e estão trabalhando para construir uma igreja simples enquanto evangelizam. Mas os membros são pobres e encontram dificuldade para comprar os materiais necessários para a construção.

“Devemos continuar crescendo e abrindo novas igrejas”, Juan diz entusiasmado. “Os pequenos grupos são o futuro da obra de Deus no Peru.”

Podemos ajudar a igreja no Peru a crescer através de nossas ofertas missionárias semanais. Parte da oferta do décimo terceiro sábado ajudará a construir igrejas para várias congregações como a que Juan ajudou a estabelecer.

Resumo Missionário
• O Peru fica na costa ocidental da América do Sul entre o Equador e o Chile. Os grandes centros econômicos estão localizados ao longo da costa, incluindo Lima, capital do país. A Cordilheira dos Andes divide o lado norte do lado sul. No leste das montanhas está a selva tropical.
• O Lago Titicaca, o maior lago de água doce do mundo, comercialmente navegável, está localizado no sudeste do Peru.
• O Império Inca dominou o oeste sul-americano até o século 16, com a chegada dos espanhóis. Armados com cavalos e armas, o pequeno grupo de espanhóis conquistou os índios. Muitos índios que sobreviveram à guerra morreram de doenças trazidas pelos conquistadores.

FONTE:  Lição da Escola Sabatina (4° Trimestre 2012)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A Conversão de Untag

Untag nasceu em uma família himba no nordeste da Namíbia. O povo himba vive em grupos familiares em cabanas feitas de barro. As crianças tiram água do poço que fica fora do assentamento. Os meninos mais velhos cuidam do rebanho de gado, cabras e ovelhas. Pequenas hortas fornecem milho, abóbora, cana, melancia e feijão. As vacas fornecem o leite; cabras e ovelhas fornecem carne.

Desde criança, Untag via o avô visitando o “fogo sagrado” todas as manhãs e noites, e ali falava com os antepassados. Todos acreditavam que os antepassados ouviam o avô falar e os ajudavam. Se estivessem doentes, seriam curados. Se houvesse problemas na família, os ancestrais ajudariam a resolvê-los. O fogo sagrado era parte importante no cotidiano deles.

Influências Externas
Os himbas vivem a três horas da cidadezinha mais próxima; contudo, em alguns aspectos, são influenciados pelo mundo exterior.

Certo dia, um homem visitou o assentamento himba e contou histórias sobre alguém chamado Jesus. Untag ouviu as histórias porque eram interessantes, mas eram muito diferentes das coisas que a família ensinava. O homem disse que poderíamos orar a Jesus, Ele ouviria e ajudaria a resolver nossos problemas. Porém, se era assim, por que o avô se sentava diante do fogo sagrado e falava com os antepassados? Untag ficou intrigado. Isso tudo era novo, e ele era apenas uma criança. Quando o homem foi embora, Untag se esqueceu de Jesus.

O governo abriu uma escola móvel na região. Untag nunca tinha ido à escola e estava ansioso para aprender a ler e somar. Ele também aprendeu um pouco de inglês. Gostou, e ficou ansioso para aprender mais.

Quando Untag tinha uns 17 anos, uma mulher apareceu na aldeia e pediu que alguns meninos coletassem lagartas para ela. Ela prometeu pagar por elas. Os meninos sabiam que as lagartas eram uma iguaria em outras regiões e que as pessoas pagavam bom preço por elas. Então, concordaram em recolher as lagartas das árvores mopane, onde elas nascem e crescem. É como colher cerejas. A mulher os “recompensou” com bebida alcoólica. Todos os dias, depois das aulas, os meninos colhiam as lagartas e as entregavam à mulher. Depois, eles bebiam e ficavam muito embriagados. A partir desse dia, Untag começou a beber sempre que podia.

O Missionário

Então, Untag ouviu que um missionário norte-americano tinha chegado à pequena cidade perto do assentamento himba. Assim que ouviu os amigos falando sobre o missionário, decidiu encontrá-lo, pois desejava praticar inglês. Foi assim que Untag conheceu Charlie. Tornaram-se amigos, Charlie lhe ensinou muitas palavras em inglês e Untag o ajudou a aprender herero, o idioma himba. O missionário fazia muitas perguntas sobre o povo e a cultura himba, e ele tentava respondê-las.
 
Charlie o convidou para o culto na igreja. Untag aceitou. Lá, ele ouviu mais histórias sobre Deus e a Bíblia. Isso o fez se lembrar das histórias que tinha ouvido muitos anos antes, embaixo da árvore mopane, no assentamento. Enquanto aprendia mais sobre Deus e Jesus, compreendeu que os antepassados não resolviam os problemas da família. Então, decidiu tentar orar ao Deus de Charlie.

Assistiu aos cultos, leu a Bíblia presenteada por Charlie e também orou com o amigo. Cerca de um ano depois, Untag entregou o coração a Deus. A luta com o alcoolismo levou mais tempo, mas, com muita oração, Deus o livrou do vício e ele nunca mais se embriagou.

Nova Vida e Novo Trabalho
Untag compartilha a nova fé com a família. Ele fala aos pais, avó, irmãos e irmãs sobre o amor de Deus, e também ajuda a alcançar os jovens da aldeia. Um dos irmãos está se preparando para o batismo.

“Tenho um maravilhoso trabalho ajudando a fazer gravações de histórias da Bíblia em himba”, ele diz. “A maioria das pessoas himba não sabe ler, por isso estamos preparando histórias da Bíblia dramatizadas, que são gravadas em MP3 players para que elas possam ouvir quando quiserem.” Essas histórias são contadas em sua própria língua, da maneira que estão acostumadas, e isso facilita a compreensão da mensagem do amor de Deus.

Resumo Missionário

– Muitos himbas não sabem ler nem escrever. Eles transmitem as histórias oralmente, de geração em geração, junto à fogueira da família à noite. Sua cultura é rica em tradições, mas eles não se relacionam com as histórias da Bíblia como nós as conhecemos.
– Parte da oferta do décimo terceiro sábado ajudará a providenciar histórias da Bíblia contadas na tradição himba. Elas serão disponibilizadas para as famílias em MP3 players movidos a energia solar.
– Para saber mais sobre o povo himba e esse projeto especial, assista ao DVD da Adventist Mission.

FONTE: Lição da Escola Sabatina (3° Trimestre 2012)